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Pressão sobre a Noruega na final do play-off - Wilkinson
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Pressão sobre a Noruega na final do play-off - Wilkinson

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Pontos principais

  • Gales alcançou a sua segunda final consecutiva de play-off para o Mundial.
  • Rhian Wilkinson defende que a pressão psicológica pertence inteiramente à Noruega.
  • A primeira mão da final realiza-se a 1 de dezembro em Cardiff.
  • A Noruega esteve presente em todas as fases finais do Mundial feminino desde 1991.

Enquanto a seleção feminina de futebol do País de Gales se prepara para um confronto histórico, a treinadora Rhian Wilkinson transferiu o peso psicológico diretamente para as suas próximas adversárias. Gales garantiu a presença na final do play-off de acesso ao Campeonato do Mundo Feminino após uma vitória convincente por 3-0 sobre a Albânia, em Llanelli, selando um triunfo agregado de 4-0 nas meias-finais.

Para o derradeiro desafio em dezembro, Gales terá de subir o nível competitivo ao defrontar a Noruega, seleção atualmente classificada no 14.º lugar do ranking mundial. As norueguesas possuem um historial rico na competição, tendo conquistado o título mundial em 1995 e marcado presença em todas as edições do torneio desde a sua criação em 1991. Em contraste, Gales procura apurar-se para o prestigiado torneio global pela primeira vez na sua história.

Apesar da clara discrepância estatística e histórica, Wilkinson mantém-se confiante e otimista quanto às capacidades do seu jovem plantel. A selecionadora destacou que a obrigação de vencer recai sempre sobre as grandes potências, um contexto que a equipa galesa, enquanto nação de menor dimensão, costuma encarar com enorme união e combatividade. O nível de jogo demonstrado frente à Albânia evidencia o potencial para lutar de igual para igual.

A eliminatória a duas mãos trará também um reencontro especial com a ex-selecionadora galesa Gemma Grainger, que atualmente orienta o conjunto norueguês. O jogo da primeira mão será disputado no Cardiff City Stadium a 1 de dezembro, com a partida decisiva a realizar-se na Noruega quatro dias depois. Embora Gales nunca tenha derrotado uma seleção do top 20 mundial num jogo oficial, Wilkinson reforça que as jogadoras estão prontas para o desafio.

Após um breve período de descanso e recuperação para o grupo de trabalho, a equipa retomará a preparação máxima para o embate de dezembro. No entanto, devido à complexidade do processo de qualificação europeu, mesmo um hipotético triunfo sobre a norueguesas poderá não garantir de forma imediata a vaga definitiva no Campeonato do Mundo.

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