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Pesquisa em Israel, plano cripto de Netanyahu e operação em Hebrom
Políticaby SharePlus AIIdioma original: Hebrew

Pesquisa em Israel, plano cripto de Netanyahu e operação em Hebrom

🤖 Este conteúdo foi gerado e resumido com ajuda de IA a partir da fonte vinculada — não substitui o original nem constitui aconselhamento profissional.

Fonte original:mako.co.il

Pontos principais

  • A pesquisa do Channel 12 aponta Eisenkot com 23 assentos e o Likud com 21.
  • Netanyahu sugeriu explorar o uso de criptomoedas para mitigar potenciais sanções econômicas internacionais.
  • Dois soldados das FDI foram mortos em um ataque a tiros perto do cruzamento de Yehuda, motivando uma grande ofensiva em Hebrom.

O cenário político em Israel passa por transformações significativas com a proximidade do pleito parlamentar. De acordo com a última pesquisa divulgada pelo Channel 12 no programa 'Ulpan Shishi', a recém-formada legenda 'Yashar', liderada pelo ex-chefe do Estado-Maior Gadi Eisenkot, assumiu a dianteira nas intenções de voto com 23 mandatos projetados. O partido Likud, comandado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, vem logo atrás com 21 assentos, registrando um leve aumento de duas cadeiras em relação a levantamentos anteriores. Outras forças de destaque incluem a facção unificada de Naftali Bennett, com 15 mandatos, e Os Democratas, com 10. Na contagem geral dos blocos políticos, os partidos da atual coalizão somam 50 assentos, enquanto o bloco de oposição sionista totaliza 56, além de 14 mandatos detidos por legendas árabes.

No que tange à preferência para o cargo de primeiro-ministro, Eisenkot mantém vantagem sobre Netanyahu, registrando 44 por cento das preferências contra 38 por cento do atual mandatário. Em um hipotético confronto direto entre Bennett e Netanyahu, ambos empatam com 39 por cento cada. Enquanto isso, legendas menores, como o 'Am Yisrael' de Ofer Winter e a lista econômica de reservistas de Yoaz Hendel, continuam abaixo da cláusula de barreira eleitoral, pontuando com 2.5 e 2.4 por cento respectivamente.

Além da disputa eleitoral, declarações do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em um canal voltado à economia geraram forte controvérsia financeira. Questionado sobre possíveis restrições internacionais, Netanyahu admitiu receios quanto a eventuais sanções econômicas contra Israel e revelou ter ordenado o desenvolvimento de planos de contingência baseados em criptomoedas e tecnologia blockchain para contornar um possível bloqueio bancário tradicional. Embora tenha ressaltado que tais medidas punitivas ainda não foram formalmente implementadas, a proposta foi duramente criticada por economistas e opositores políticos.

Shaul Meridor, ex-chefe de orçamento do Ministério das Finanças e candidato na chapa de Eisenkot, repudiou a iniciativa, argumentando que prever um framework de isolamento econômico reflete um fracasso governamental que levaria o país à crise profunda. Meridor enfatizou que a estabilidade financeira de Israel depende fundamentalmente de laços estreitos com o mundo ocidental, especialmente com os Estados Unidos. Outros parlamentares, como o deputado Oded Forer, também criticaram a visão governamental.

Na frente de segurança, o país enfrenta um período de luto e alerta após um atentado mortal no cruzamento de Yehuda. O ataque a tiros vitimou o sargento-ajudante Ron Yonatan Roitman, de 23 anos, e o sargento Yuval Shay Soylem, de 20 anos, enquanto outros três militares sofreram ferimentos moderados e leves. Avaliações militares indicam que a rápida reação das tropas impediu um massacre civil de proporções muito maiores. Em resposta direta, as FDI e o Shin Bet iniciaram uma operação de larga escala na área de Hebrom, de onde partiram os agressores, com previsão de durar vários dias.

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