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Netanyahu em Hebrom: evacuações e demolições após atentado
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Netanyahu em Hebrom: evacuações e demolições após atentado

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Fonte original:kikar.co.il

Pontos principais

  • Netanyahu anunciou um modelo ofensivo em Hebrom que inclui despejos e demolição de infraestruturas terroristas.
  • Dois terroristas foram abatidos pelas tropas após um tiroteio que deixou cinco feridos.
  • O exército apreendeu um vasto arsenal de munições destinado a um ataque em massa.
  • Israel prepara uma ampla campanha militar na Cisjordânia numa escala não vista desde 1967.

Na sequência de um tiroteio mortal no cruzamento de Yehuda que deixou cinco feridos, incluindo dois em estado crítico, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deslocou-se a Hebrom para avaliar a situação de segurança junto com a liderança militar. Durante a sua visita, o governante anunciou a implementação imediata de um modelo ofensivo nos bairros de origem dos atacantes, semelhante às táticas utilizadas em campos de refugiados no norte. Esta estratégia prevê a evacuação de residentes, buscas domiciliárias sistemáticas, confisco de armas e a demolição total de estruturas ligadas ao terrorismo.

O ataque foi perpetrado por dois terroristas fortemente armados que transportavam um vasto arsenal, incluindo espingardas automáticas e inúmeras munições, com a intenção evidente de cometer um massacre de proporções muito maiores. Graças à resposta rápida e heroica dos soldados das Forças de Defesa de Israel (FDI), que combateram os agressores num tiroteio de vinte minutos, ambos os terroristas foram neutralizados, evitando uma catástrofe maior. Como reação imediata, o exército impôs um bloqueio rigoroso a Hebrom e às zonas circundantes.

Durante reuniões de avaliação de segurança, o chefe do Estado-Maior, general Eyal Zamir, revelou detalhes preocupantes sobre o material bélico encontrado no veículo dos atacantes, confirmando que planeavam um atentado coordenado de grande envergadura. As autoridades militares salientaram que a interrupção do plano num posto de controlo temporário frustrou um complô contra as principais vias de transporte que ligam a região ao resto do país, sublinhando os crescentes desafios de segurança na Cisjordânia.

Expandindo a estratégia de defesa do país, Netanyahu revelou que Israel está a preparar uma operação militar sem precedentes na Judeia e Samaria, descrevendo-a como uma campanha de uma magnitude não vista desde a Guerra dos Seis Dias em 1967. Embora o momento exato desta ofensiva dependa das necessidades operacionais, as tropas estão totalmente mobilizadas. Ao concluir a sua intervenção, o primeiro-ministro elogiou a resiliência dos colonos locais e prometeu conjugar a erradicação do terrorismo com o fortalecimento contínuo dos assentamentos na região.

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