A bala com atraso: O tio de Mor Shamli reflete sobre sua morte
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Fonte original:mako.co.il
Pontos principais
- Mor Shamli morreu três anos após o assassinato de seu marido no Egito.
- Sua família descreve seu falecimento como uma consequência do trauma.
- Mor dedicou seus últimos anos a preservar a memória de Alon.
- A família continua buscando justiça pelo ataque de 2023.
O falecimento de Mor Shamli, ocorrido três anos e 22 dias após o assassinato de seu marido Alon em um ataque terrorista no Egito, comoveu profundamente aqueles que conheciam sua história. Alon Shamli foi morto em 8 de outubro de 2023 em Alexandria, quando um oficial de segurança local abriu fogo contra um grupo de turistas israelenses. Mor estava presente durante o ataque, permanecendo ao lado de seu marido por horas antes de receber a notícia devastadora de sua morte. Seu tio, Nahum Israeli, falou recentemente sobre o vínculo inquebrável do casal, sugerindo que a morte de Alon marcou o início de um declínio irreversível para Mor.
Nahum Israeli descreveu o evento como um 'assassinato quádruplo', enfatizando que o ataque não apenas tirou vidas no momento, mas destruiu outras a longo prazo. Ele explicou que Mor sofria de transtorno de estresse pós-traumático grave após testemunhar o horror. Apesar de sua luta interna, ela manteve uma aparência serena em eventos comemorativos, muitas vezes escondendo a profundidade de sua dor. Seu tio tentou se aproximar dela várias vezes, notando que, embora ela permanecesse charmosa, ela havia se retirado para um mundo privado de luto.
Após o ataque, Mor dedicou seus anos restantes a honrar a memória de Alon. Ela o descrevia como seu mundo inteiro, um homem humilde e bondoso que tratava a todos com respeito. Seus sonhos compartilhados foram interrompidos em um instante. Nos anos seguintes, Mor trabalhou para garantir que Alon fosse lembrado, incluindo a nomeação de uma equipe de futebol juvenil em sua homenagem. Sua morte serve como um lembrete sombrio de como a violência ressoa através do tempo, fazendo vítimas muito depois de o ato inicial de terror ter terminado. A falta de responsabilização do perpetrador continua sendo uma fonte de dor para a família, que continua buscando respostas sobre as circunstâncias do ataque.
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