O trabalho flexível está em toda parte, menos onde os líderes precisam
Pontos principais
- Trabalho flexível é comum na base, mas raro na liderança.
- O relatório destaca potencial de talentos subaproveitado.
- A flexibilidade de qualidade melhora o desempenho dos negócios.
O local de trabalho moderno passou por uma grande transformação na última década, com modelos remotos e híbridos se tornando comuns. No entanto, um paradoxo persiste nas hierarquias corporativas. Enquanto cargos inferiores e intermediários oferecem flexibilidade, os escalões superiores da gestão continuam rígidos. Essa desconexão prejudica a diversidade e o desempenho.
De acordo com um estudo do Bankwest Curtin Economics Center, as organizações falham ao não implementar uma flexibilidade real. A verdadeira flexibilidade envolve redesenhar papéis e separar a presença física do progresso na carreira. Infelizmente, muitas políticas progressistas param antes dos cargos de supervisão.
As implicações dessa rigidez são profundas. Exigir presença física constante afasta candidatos altamente capazes, afetando a igualdade de gênero, já que as mulheres frequentemente assumem mais responsabilidades de cuidado. Assim, as empresas perdem futuros líderes.
Além da equidade, o custo econômico de ignorar a flexibilidade executiva é alto. As empresas que integram a flexibilidade inovam melhor. Os líderes devem reavaliar seus critérios de promoção, medindo o desempenho por resultados.
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